Férias em New York - Impressões Gerais

quinta-feira, 8 de outubro de 2015


Voltei! Back to real life now. Nova York foi ótimo mas acho que voltamos na hora certa (o tempo estava esfriando e o furacão Joaquim, chegando). Mas o que eu achei da Big Apple? Voltaria? Moraria lá?

Nova York para mim pode ser resumida em duas expressões: Extra Large e Overhelming. Tudo é muito grande. O parque, os museus, as lojas, as bebidas, as comidas. É extraordinário e, ao mesmo tempo, exagerado, cansativo. Eu sei que parece óbvio, mas, mesmo 'já' tendo ido duas vezes para os EUA, a Big Apple me surpreendeu.


- Me senti tão pequena e insignificante na Times Square. Os prédios são mais altos e os outdoors maiores do que eu imaginava. Só me decepcionei com o tamanho da bola de Ano Novo. Um guia, se referindo ao One World Trade Center, disse que eles quiseram "build it again, build it bigger and build it with a purpose". Está na hora de aplicar isto à bola.


- O metrô de NY é super! Super quente, super sujo (incrível eu ter visto apenas um rato), super velho. Além de não ser nada acessível (poucos têm escada rolante e elevador). Pelo menos a malha é grande e dá para conhecer a ilha toda com ele.
- Aliás, poucas pessoas dirigem na ilha. As ruas estão abarrotadas de táxis amarelos e carros de luxo preto com motoristas dormindo dentro. 
- A cidade em si também não é das mais limpas. Mais consumo, mais lixo.


- O Central Park é fake! Tudo feito pelo homem (a grama, as árvores, o lago), exceto aquelas pedras gigantes que vemos nos filmes.
- Esquilos são fofos... e carnívoros. Minha mãe e minha irmã viram um abocanhando um passarinho...vivo!


- Você já deve ter visto este ensinamento de como viver em SP. Tira o casaco, põe o casaco. NY é i-g-u-a-l.
- Eu adoro o contraste dos prédios antigos com os novos, espelhados. Não fica tão cinza.


- A cidade ainda está em construção! A foto acima me lembra o filme Ninguém Segura Esse Bebê, quando o baby acidentalmente sobe em uma destas gruas.
- As coisas mudam muito quando você sai de Manhattan. Ficamos no Queens e lá quase não tem prédios (nem luxo, nem gente phyna).


- O problema da América é o americano. Generalizando, as pessoas que trabalham no setor de serviços (com o qual nós, turistas, temos mais interação) podem ser divididas em dois grupos: as extremamente simpáticas (Hugo Gloss as chama de falsianes) e as grossas e mal-educadas. As primeiras geralmente são as que recebem comissão (na loja, no restaurante) e as segundas são as que não recebem nada para serem atenciosas (no metrô, no museu).
- Vi mais homens bonitos em 10 dias lá do que vejo em meses aqui! Alguns eram turistas, mas os New Yorkers também estão de parabéns ;)
- Quanta diversidade! Lá só não tem mais asiático do que na Austrália hehe. Os indianos também são muitos (deu até para praticar meu sotaque)! E, diferente do que falei aqui, mal vimos brasileiros.
 - Já argentinos... olha o Papa Francisco dando o ar da graça! Foi pela janela da Macy's e durou segundos, mas valeu (até uma foto tremida consegui)! Talvez também tenha visto a Carolina Herrera em um carro preto enquanto eu passava pela faixa de pedestres.



Se eu voltaria para NY? Fo shizzle dizzle (ou 'é claro', para quem não fala a língua do Snoop Dogg)!  A cidade tem mil e uma atrações, então sempre há algo novo/diferente para fazer lá. Apesar de ter vários passeios grátis, não tem jeito, NY é mais interessante quando se tem (bastante) dinheiro (ou quando o dólar não está um absurdo). Então, infelizmente, acho que vai demorar uns bons anos para eu voltar. Morar? Hummm, acho que não. Talvez um intercâmbio (o que não está nos meus planos) ou se eu trabalhasse em uma empresa que permitisse eu passar um tempo lá (o que não é o caso).

*Sobre a viagem em si...A ida foi tranquila, assisti Ruth&Alex (que se passa em NYC!). A volta foi péssima. Teve turbulência durante o voo todo. Eu só parei de balançar umas 24h depois de ter aterrissado. Assisti Jurassic World (esperava mais).


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